Este blog é voltado à todas as pessoas que VIVEM!
Que vivem em qualquer nível e forma.
Àquelas que têm o coração na música, na literatura, na política, em Deus, na ciência, no esporte, nas artes ou num simples ato do cotidiano.
Pessoas que querem dar sentido aos 86.400 segundos de cada um dos seus dias!

Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu.

Há tempo de nascer, e tempo de morrer; tempo de plantar, e tempo de arrancar o que se plantou; Tempo de matar, e tempo de curar; tempo de derrubar, e tempo de edificar; Tempo de chorar, e tempo de rir; tempo de prantear, e tempo de dançar; Tempo de espalhar pedras, e tempo de ajuntar pedras; tempo de abraçar, e tempo de afastar-se de abraçar; Tempo de buscar, e tempo de perder; tempo de guardar, e tempo de lançar fora; Tempo de rasgar, e tempo de coser; tempo de estar calado, e tempo de falar; Tempo de amar, e tempo de odiar; tempo de guerra, e tempo de paz.
(Eclesiastes 3. 1-8)


Só não pode perder tempo!

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Em um mundo cheio de tentações atraentes, uma tempestade de satisfações momentâneas, pouco a pouco vai enferrujando a alma. Minha paixão pela vida é o sal que tempera o meu dia a dia, minha determinação é o que me faz não parar, a intensidade na busca pelas minhas metas é a minha força. Se as águas não se abrem, eu ando sobre o mar. Por que eu insisto? Porque me disseram que eu não conseguiria. No entanto, eu não tenho medo de nada, eu só preciso saber que posso respirar. Eu sei que uma promessa vive em mim. Uma vida, uma só chance!

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Declaro-me vivo!

Texto ide índio Quechua: Luis (Chamalu) Espinosa
Declaro-me vivo. Saboreio cada momento. Antigamente me preocupava quando os outros falavam mal de mim. Então fazia o que os outros queriam. E a minha consciência me censurava.
Entretanto apesar do meu esforço para ser educado, alguém sempre me difamava. Como agradeço a essas pessoas que me ensinaram que a vida é apenas um cenário.
Desse momento em diante atrevo-me a ser como eu sou. A árvore anciã me

Devolva à natureza o bem que ela nos traz.