Este blog é voltado à todas as pessoas que VIVEM!
Que vivem em qualquer nível e forma.
Àquelas que têm o coração na música, na literatura, na política, em Deus, na ciência, no esporte, nas artes ou num simples ato do cotidiano. Pessoas que querem dar sentido aos 86.400 segundos de cada um dos seus dias!
Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu.
Há tempo de nascer, e tempo de morrer; tempo de plantar, e tempo de arrancar o que se plantou; Tempo de matar, e tempo de curar; tempo de derrubar, e tempo de edificar; Tempo de chorar, e tempo de rir; tempo de prantear, e tempo de dançar; Tempo de espalhar pedras, e tempo de ajuntar pedras; tempo de abraçar, e tempo de afastar-se de abraçar; Tempo de buscar, e tempo de perder; tempo de guardar, e tempo de lançar fora; Tempo de rasgar, e tempo de coser; tempo de estar calado, e tempo de falar; Tempo de amar, e tempo de odiar; tempo de guerra, e tempo de paz.
(Eclesiastes 3. 1-8)
Só não pode perder tempo!
- Alessandra Santana
- Em um mundo cheio de tentações atraentes, uma tempestade de satisfações momentâneas, pouco a pouco vai enferrujando a alma. Minha paixão pela vida é o sal que tempera o meu dia a dia, minha determinação é o que me faz não parar, a intensidade na busca pelas minhas metas é a minha força. Se as águas não se abrem, eu ando sobre o mar. Por que eu insisto? Porque me disseram que eu não conseguiria. No entanto, eu não tenho medo de nada, eu só preciso saber que posso respirar. Eu sei que uma promessa vive em mim. Uma vida, uma só chance!
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
A vida é como um pequenique
que desperdício! Mais cedo ou mais tarde o tempo fecha, a tarde cai e o piquenique acaba. E tudo o que fizemos foi ficar discutindo e implicando uns com os outros. Pense em tudo que se perdeu.
Você pode estar se perguntando: se tudo é impermanente, se nada dura, como pode alguém viver feliz? É verdade que não podemos, de fato, agarrar ou nos segurar às coisas, mas podemos usar esse conhecimento para olhar a vida de modo diferente, como uma oportunidade muito breve e rara. Se trouxermos à nossa vida a maturidade de saber que tudo é impermanente, vamos ver que nossas experiências serão mais ricas, nossos relacionamentos mais sinceros, e teremos maior apreciação por tudo aquilo que já desfrutamos.
Também seremos mais pacientes. Vamos compreender que, por pior que as coisas possam parecer no momento, as circunstâncias infelizes não podem durar. Teremos a sensação de que seremos capazes de suportá-las até que passem. E com maior paciência seremos mais delicados com as pessoas a nossa volta. Não é tão difícil manifestar um gesto amoroso quando nos damos conta de que talvez nunca mais estaremos com a nossa tia-avó. Por que não deixá-la feliz? Por que não dispor de tempo para ouvir todas aquelas histórias antigas?
Chegar à compreensão da impermanência e ao desejo autêntico de fazer os outros felizes nesta breve oportunidade que temos juntos, constitui o começo da verdadeira prática espiritual. É esse tipo de sinceridade que efetivamente catalisa a transformação em nossa mente e em nosso ser.
Não precisamos raspar a cabeça nem usar vestes especiais. Não precisamos sair de casa nem dormir em uma cama de pedras. A prática espiritual não requer condições austeras -- apenas um bom coração e a maturidade de compreender a impermanência. Isso nos fará progredir.
Chagdud Tulku Rinpoche, em "Portões da Prática Budista".

Muito booooom esse texto !!! Vamos dar valor as coisas que de fato têm importância!
ResponderExcluirGrande beijo e continue contribuindo com seus artigos p/ cada vez mais abrir a visão dos seguidores do seu blog.
Sábias palavras, ótima atitude.Vamos divulgar, esse é o lance.
ResponderExcluirParabéns Alessandra!
Paulo